terça-feira, junho 22, 2010

Politicamente Incorreto

Por: Joaquim Tiago

Aristóteles (século IV a.C.) dizia que: "o homem é naturalmente um animal político - e que - O objeto principal da política é criar a amizade entre membros da cidade.”

O homem é um animal social e político por natureza. E, se o homem é um animal político, significa que tem necessidade natural de conviver em sociedade, de promover o bem comum e a felicidade.

Na Idade Média, Santo Tomás de Aquino (Roccasecca, 1225 — Fossanova, 7 de março 1274) o mais expressivo seguidor de Aristóteles, afirma que: "o homem é por natureza, animal social e político, vivendo em multidão".

São Tomás de Aquino adverte que a Boa Nova não é salvação apenas para a alma, mas de todo o homem, porque nele há o mistério e o sagrado. O mistério, porque o homem é ao mesmo tempo material e espiritual; sagrado, porque a existência não o atinge senão por sua alma. (Trocquer, 1960)

A política social do homem e as formas de relacionar foram mudando no decorrer da história, temos um período registrado na história que estas mudanças foram revolucionárias e convergentes para muitos pesquisadores. A chamada Idade Moderna é este período e ele compreende meados do século XV a fins do século XVIII, boa parte dos acontecimentos foram na européia, essa que veio influenciar nossa história e nossa cultura, veio nos explorar e catequizar.

Dentro desse período nasceram vários movimentos e ações que vão surgir nas artes, ciências e na filosofia, são novas idéias e concepções de valores. Um dos movimentos mais fortes foi que ao contrário de uma supervalorização da fé cristã extrema (fé cega) como ocorria na sociedade medieval, o teocentrismo (Deus como centro), havia uma resposta e uma tendência social ao antropocentrismo (homem como centro), valorizando a obra humana. Hoje vendendo e comprando a obra humana.

Os pensadores e artistas influentes fizeram tudo com o desenvolvimento do racionalismo e de uma filosofia da política laica (não religiosa), que se mostrarão, de modo geral, otimista em relação à capacidade da razão, a capacidade do homem de mudar o mundo.

Nasce assim o mais famoso movimento que foi o Renascimento (séculos XV e XVI), que por sua vez inspirou-se no HUMANISMO, que é a valorização do homem pelo homem. Hoje a comercialização do homem pelo homem.

O humanismo renascentista propõe o antropocentrismo como libertação e evolução. O antropocentrismo é a cultura onde o homem vai estar no centro do pensamento filosófico, ao contrário do teocentrismo, que é a idéia de "Deus no centro do pensamento filosófico”. O antropocentrismo surgiu a partir do renascimento cultural.

Criou-se assim toda uma política voltada a valorização do homem o que se tornou de fato uma política de exploração do homem, de comercialização do homem, de termos o homem como um cliente e cliente nós tratamos bem, porque ele sempre tem a razão.

Séculos de luzes e de razão, a ciência e a política avançaram em termos gigantes proporcionais em cada área. A área econômica se tornou o grande deus e a grande mestre do mundo. Vivemos, sobrevivemos e pensamos economicamente e a economia é dona da ideologia de vida, o ter esta no lugar do ser. Nessa virada conceitual o homem não pode ser incomodado, o erro tornou-se virtude e cada verdade deve ser respeitada na pluralidade global das verdades.

Estão tentando transformar Deus em um objeto político e correto para todos. Em nossa polis e em nosso convívio social Deus tem que caber aos modos do bem estar, sem incomodar, sem separar. Deus tornou nosso cabo político de campanha onde cada um pode ganhar a eleição. Nessa eleição os fins justificam todos os meios que usaremos para estar bem um com o outro e principalmente consigo mesmo.

Como seres sociais e assim políticos, o que é hoje para nós correto? O correto socialmente para promover o bem estar social, o bem comum e felicidade de todos?
Como o homem pode saber o que é correto para o homem?

Como os homens hipermoderno pode realmente saber o que é realmente correto para o homem? Numa sociedade consumista e individualista o que é socialmente correto é proteger a opinião e negociar para ganhar atenção.

O correto é explorar e reter. O correto é valorizar o homem, seu conhecimento empírico e racional, e sua ética de exploração do outro pelo outro.

Mudamos a linguagem e mudamos os conceitos, a nova era aquariana trouxe o amor livre, e os tabus foram quebrados e os extremos foram banidos partindo para outros extremos, toda sociedade foi questionada e a mentalidade mudada. O homem continuou a sonhar e agora os sonhos foram transformados em consumo.

Nessas novas mudanças temos uma nova política de vida social dentro da aldeia global, temos um novo vocabulário para o que é errado.

Para muitos o vocabulário correto é valorizar e comercializar a amizade do homem em detrimento do que é a verdade de vida. Quem sabe o que é realmente correto? Nós não queremos falar e em muitos casos nós não sabemos o que é, ou o que nós sabemos é o que é socialmente aceito.

Para Frei Betto todos os pecados capitais, sem exceção, são tidos hoje como virtudes nessa sociedade neoliberal corroída pelo afã consumista.

“A inveja é estimulada no anúncio da moça que, agora, possui um carro melhor do que o de seu vizinho. A avareza é o mote das cadernetas de poupança. A cobiça inspira todas as peças publicitárias, do Carnaval a bordo no Caribe ao tênis de grife das crianças.
O orgulho é sinal de sucesso dos executivos bem sucedidos, que possuem lindas secretárias e planos de saúde eterna. A preguiça fica por conta das confortáveis sandálias que nos fazem relaxar, cercados de afeto, numa lancha ao Sol. A luxúria é marca registrada da maioria dos clipes publicitários, em que jovens esbeltos e garotas esculturais desfrutam uma vida saudável e feliz ao consumirem bebidas, cigarros, roupas e cosméticos. Enfim, a gula subverte a alimentação infantil na forma de chocolates, refrescos, biscoitos e margarinas, induzindo-nos a crer que sabores são prenúncios de amores."


Nós como seres tão sociais que somos como reagiremos, como nos posicionaremos? O que é o pecado para nós? Seremos tão corretos politicamente usando uma linguagem neutra ou seremos incorretamente amigáveis?

Jesus é o caminho da verdade e da vida, a vida em Cristo não é politicamente correta, ela incorre pelo que chamam de correto neste sistema onde temos o homem como centro e deus. O correto em Cristo é negar o antropocentrismo do eu e do Ego.

Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Rm 6:23

segunda-feira, maio 03, 2010

Vivendo na Superficialidade

Estamos experimentado hoje a grande maravilha evolutiva da comunicação. Nunca se viu em toda história uma modernização tão grande e com tanto alcance.
A denominada geração Y nasceu dentro da revolução tecnológica. Alguns dos nossos jovens cresceram com a existência do computador e quando chegaram aos 16 anos já estavam conectados trocando emails.

“GERAÇÃO Y (a partir de 1978) >>> Com o mundo relativamente estável, eles cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades que não fazem sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridades como se eles fossem um colega de turma.” Fonte:http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87165-7943-219,00-GERACAO+Y.html


O mundo encurtou e se tornou achatado, plano segundo o tema de análise no livro de Thomas Friedman - O Mundo é Plano: Uma História Breve do Século XXI, editado em Portugal pela Actual Editora e no Brasil pela Objetiva. O livro analisa o progresso da globalização com particular ênfase no princípio do Século XXI. O autor acredita que o Mundo é plano no sentido em que os campos de competição entre os países desenvolvidos e os países em vias de desenvolvimento estão a ficar nivelados (apontando os exemplos da China e da Índia). O livro também é apontado dez forças niveladoras que atua no grande achatamento e uma delas é o surgimento da World Wide Web como um mundo virtual e o aparecimento do navegador Netscape, em 9 de agosto de 1995.
Entramos na era digital via satélite. Podemos assistir e ficar sabendo em tempo real de acontecimentos mundiais, nacionais, estaduais e locais. Há uma grande pulverização de informações e todo mundo hoje pode tirar fotos ou fazer filmagens digitais e depois postar em rede social da qual faz parte, aquela que ele participa. Estamos diante de uma superexposição de imagens a todo o momento na sociedade do espetáculo. A exposição possibilita hoje pessoas do outro lado do planeta ver, comentar e divulgar e algo simplista fazer fama por alguns momentos como vídeos comentados.
A palavra comunicação deriva do latim communicare, que significa "tornar comum", "partilhar", "conferenciar". A comunicação pressupõe, deste modo, que algo passe do individual ao coletivo, embora não se esgote nesta noção, uma vez que é possível a um ser humano comunicar consigo mesmo.
Toda essa experiência trouxe muitos benefícios em várias áreas do conhecimento, da informação e divulgação. Trouxe também junto e acoplado uma superfície com efeito de conhecimento, com uma imagem que se projeta sem conhecermos sua profundidade. O superficial da projeção se faz principalmente em áreas de comunicação para entretenimento e consumo.
Temos uma comunicação de superfície, a comunicação que se projeta muitas vezes são imagens manipuladas pela ética do mercado.
O que se torna comum em nossa comunicação é o que esta na superfície, o superficial. Quando é interagido e partilhado o coletivo pelos meios pós-modernos de informações cria-se o comum entre todos – a relação superficial, das superficialidades.
Tornamos-nos superficiais à medida que não conseguimos mais enxergar além dessa projeção e não cultivamos mais significados fora das imagens relacionadas.

A linguagem
A linguagem é usada na comunicação desde que o homem é homem e se comunica um com outro através de gestos, outros meios e principalmente da fala. A comunicação é uma necessidade humana e a linguagem sua ferramenta.
Uma boa ferramenta de linguagem é o diálogo. Existem vários maneiras de diálogos. A fala é uma formidável maneira de expressão usada pela linguagem no diálogo.
A evolução da comunicação esta encurtando os diálogos pelas modernas maneiras de linguagem. As mais famosas redes sociais que existem dentro do espaço tecnológico, principalmente na internet têm transformando a comunicação da linguagem em algo também superficial.
Assistimos as frases ficarem curtas e sem significados. São os famosos “scrap” que em inglês é pedaço, fraguemento e agora o twitter que é um mini blog, mini diário para ser usados com 144 palavras apenas, vídeos de 10 segundos no youtub, MSN e mensagens de celulares.
Outro fator preponderante da grande revolução tecnológica é que não temos mais tempo disponível para longos diálogos. Além do ativismo que nos é imposto pela usina do entretenimento restas nos pouco tempo para poder sentar em família para conversarmos sobre a vida e história. Vivemos com síndrome da falta de tempo.
Estamos em contato com todo mundo, com o mundo inteiro, mas não conhecemos ninguém e pouquíssimos conhece a si mesmo. A maioria não consegue falar verdadeiramente um com o outro.
Assim, educados em tamanha superficialidade encurtamos o dialogo submetendo-o a brincadeiras e a bobagens de uns com os outros.
Mantemos distâncias uns dos outros dentro da rede e vai-se comunicando com imagens exploradas em todos os sentidos, é a superexposição superficial e o dialogo cada vez mais vazio. A grande maioria também não tem tempo para aprofundar em nada.
A linguagem projetada leva as pessoas a não se conhecerem além do que é superficial, além do que a superfície projeta. O que a superfície projeta é um ser profundamente vazio, um ser necessidade de conteúdo, mas como buscá-lo se ele já não faz mais falta nem para o diálogo e nem para os relacionamentos.
Não há mais como questionar o que se vê hoje em dia, esse poder de questionamento esta sendo apagado e passou-se acreditar em quase tudo que é exposto, assim passou-se a acreditar estar sendo bem informado pelos meios de comunicação. Acreditamos que somos ativos na sociedade o que na realidade é uma passividade patológica sem poder de análise. Em muitos casos somos impessoais com o mundo e com o próprio ser.
Alheios ao outro e a si não se enxerga além do superficial, além da superfície. O único significado existente é a projeção comunicada fala curta e a imagem retocada.

Relacionamentos fora da superficialidade
Novamente preciso falar que não sou contra a evolução da comunicação, mas como ela se tornou o processo comum de superficialidade nos relacionamentos. O que não deveríamos perder mesmo é a consciência que precisamos ter um do outro, principalmente na família.
O berço de todos nossos relacionamentos se encontra na família e a mesma não pode viver com um rosto superficial apenas, mas com conteúdo existencial significativo para toda a vida em todas as vidas.
Um dos grandes benefícios e ferramentas que as famílias têm perdido hoje em dia para vencer esse desafio de se manter como família é o diálogo. A família contemporânea tem enfrentado e convivido com toda essa mudança e evolução e tem sofrido mudanças em seus convívios.
Geralmente uma família é formada de pessoas com idades diferentes e que vem de gerações com pensamentos mudados sobre determinados assuntos, uns polêmicos e outros fáceis de entender. O mundo mudou rápido nestes últimos anos e tem mudado aceleradamente formando várias culturas dentro do mesmo lar, dentro do mesmo clã.
Pensamentos diferentes creio não ser o maior problema, mesmo quando se é acometido por uma grande avalanche cultural, uma pluralidade de culturas e pensamentos espalhados por todo mundo e todo mundo tem acesso e pode experimentar. E creio que todos podem conviver dentro do mesmo lar, dentro do mesmo circulo de pessoas. Pode sim se houver diálogo e se esse mesmo não for apenas superficial como um scrap, uma mensagem rápida e sem tempo.
Deveríamos construir novamente os diálogos que fizeram parte de um passado remoto quando todos se reuniam a mesa para ceia, para comunhão e partir do pão. Deveríamos ter tempo novamente para ouvir as histórias que os mais velhos têm para contar, de como enfrentou a vida, de como sobreviveu nos tempo que passaram e o que realmente importa nessa vida.
Deveríamos ter uma linguagem mais simples para poder falarmos com os pais quando perguntam sobre por que esse seu gosto, essa sua escolha, esse seu namorado (a). Os pais deveriam respeitar mais as escolhas dos filhos e não terem medo de perguntar, porque o filho vai ter a coragem e simplicidade para responder e essa reposta vai criar um vinculo de amizade e cumplicidade fora do comum, fora da casca superficial da roupa ou tatuagem.
Deveríamos como família ter sempre um encontro pra brincar um jogo que não fosse eletrônico e comer juntas a mesma comida e depois assentar e ficar contando casos, histórias sem maldade, sem moralismo uns com os outros, sem inveja, apenas para preencher a vida do outro com uma boa participação de vida.
Antes de falarmos mal do irmão e inventar histórias superficiais seria preciso ouvir, para saber por que ele é assim, por que age dessa forma, aproximar e vencer o medo do espaço criado entre as relações. Deve-se mudar a linguagem da afronta para uma linguagem do amor e da verdade. Parar de ficar mandando recados e piadinhas e saber sentar em um lugar e poder abrir os sentimentos com perdão, limite e confiança.
É pela falta que faz um bom diálogo que muitos vão buscar outras famílias, outros círculos de confiança que da crédito aos sentimentos e desesperança. Um grupo de amigos, uma tribo que adquire os mesmo hábitos e um líder forte que determina a lei. O triste é quando todos da mesma tribo sentem o mesmo e começam usar drogas licitas e ilícitas.
Toda criança nasce egocêntrica como se o mundo fosse ele ou o que gira ao seu redor, criança não tem consciência formada, esta em formação, tem apenas desejos e instintos. O ego começa a sua formação quando separações acontecem. O ego faz avaliações dos instintos e toma decisões se pode ou não fazer coco no chão, se pode ou não enfiar o dedo na tomada elétrica. Mas para tal tem que ser ensinadas e muitas vezes repetidas vezes.
É na família onde tudo começa, é onde aprenderemos a lidar com nossos instintos e a cuidar uns dos outros. A família nos ensina os primeiros limites e, a saber lidar com os interesses. É onde aprendemos sobre conseqüências, respeito, verdade e felicidade. Aprendemos a relacionar de fato e por ser assim não pode ser superficial, principalmente na comunicação.
Quem quer e esta numa família não pode agir com superficialidade, não dar para ser família sem conteúdo que possa transformar cada um a cada dia.
Todos fazem parte de uma família, como filho, Pai ou parente, não seja superficial no ser família! Aprenda valores, princípios e um modo de vida que possa mudar tanto sua vida como a dos outros.

sábado, abril 24, 2010

O risco que se é

Por: Joaquimtiago Bill

A dependência pode causar constrangimento para mim e para outros. Principalmente quando dependo de Deus.

Tornar-me dependente do Pai é estar preparado para o que Ele vai fazer se é que vou aceitar o que Ele vai me preparar para o ser.

Não é o que vou fazer, é o que sou ou o que estou sendo. Quem faz é Ele, o Pai Eterno em todas as coisas. A crise do ser, quem sou/sendo.

A crise do ser aparece quando faço, mas paradoxalmente porque também deixei de fazer.

Mas fazer porque sou ou fazer para ser?

Para ser o que sou – o que faço é a busca do ser, sendo expresso fazendo quando sou. Quem não faz demonstra quem também é, demonstra ser covarde.

Mas se ainda não estou satisfeito com o que sou? Se não sou o que quero ainda, o que tenho que fazer? Porque ainda falta e não consigo me satisfazer?

Vejo que somos aliciados pelo poder!

Confundo quem sou por querer o poder e esquecer-se do que tenho. E se não tiver? O que representa o que tenho?

Só sou se tenho poder. O poder é uma corrupção!

O poder não esta no poder. O poder só da identidade para o tirano. O poder de quem sou é abrir mão de poder tomar a força o que realmente não sou e não deveria ser. O que é não pode ser para ter poder. Para poder contribuir para o que ainda não é.

Eu não quero chegar ao poder nem por força e nem por violência. Quero ser feliz com o que sou e se o que sou tem certo poder de influência não é mérito meu, é mérito de quem me capacitou e proporcionou. Eu não tenho esse poder, só posso escolher aceitar ou não, só posso querer realizar sua vontade como escolha dependente.

Quando me preocupo com o que posso ser e o poder, esqueço de quem sou ou de quem estou sendo. Não é simplesmente o que ainda vou ser, mas o que ainda estou fazendo com o que realmente sou.

Será que estou mesmo satisfeito com quem sou ou quem sou esta mesmo sendo quem se propõe a ser? Corremos um sério risco de fazer para satisfazer quem nos pode da poder. Nesse caso a identidade é de quem paga com a moeda da traição. Esse realmente é um passo em falso.

Essa então é a grande mudança, quando Eva viu o fruto e ficou sabendo que poderia ser igual a Deus por conta própria. Eva abriu mão do poder da dependência correspondente a fé. Realmente é um erro fatal querer ser igual a Deus pelas próprias mãos, próprias forças e próprio poder.

Poder depender é saber que a fé é um risco. O risco de se estar satisfeito consigo.

“Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.” Rm 8.28